domingo, 13 de junho de 2010

considerações - Parte I

Numa cópia há muito sonhada, não concebida como plágio consciente:

Escreveria sobre as minhas razões (isso mesmo) de agir, cortar nas opiniões alheias, ainda que preciosas, e escrever como Saramago, com receio de james joyce. É muito fácil imitarmo-nos. Será até comum, porque somos IGUAIS. Tenho reservas em relação ao plágio inocente, mas não terá já alguém existido como eu? Se não pelos pormenores, pelo geral: somos todos iguais ou semelhantes. Sou, portanto, parte de um cliché inumerável, do qual também TU fazes parte. Qual é a razão de que dispomos para nos levantarmos de manhã e fazer algo, por mais inútil que venha a ser, a longo prazo, da vida? Será tentar descobrir que há algo mais do que toda esta forma de pensar pressupõe – alguma esperança – e esquecer que no fim, tudo terá sido em vão (esta condicional, tão medrosa), num ciclo vicioso de percepções.

terça-feira, 8 de junho de 2010

LC - o regresso

Se me acusam de algo que eu costumo acusar nesse alguém com alguma frequência e respondo com os "argumentos" que me davam na minha "acusação", mas desta vez (e noutras: passado e futuro) consideram a desculpa rídicula, inadequada ou simplesmente descabida de qualquer sentido plausível, então o que devo pensar?

A projecção é uma coisa linda, senhor Freud.